
Atualizado em 15/10/2026
Nos últimos dias, quem passa pelo LinkedIn esbarrou em um post do Allan Pscheidt sobre uma coleção de aplicativos gratuitos que imitam o Photoshop, o Premiere, o Word e o Excel, escritos em Rust com a ajuda de IA. A dúvida que ficou no ar é a de sempre quando algo assim aparece: isso funciona de verdade, é legal, e eu posso largar a assinatura? Fui direto nos repositórios no GitHub, li o que o próprio projeto diz sobre o estágio em que está e conferi o que a imprensa publicou. A conta final é bem diferente da das manchetes.
Por Irlen Menezes, cientista de dados formado pela PUC Minas e também sou desenvolvedor, bacharel em sistemas de informação e este post nasce dessa prática.
Resposta direta: o ArtCraft é um grupo de desenvolvedores, apresentado por Brandon Thomas, que publicou, entre 30 de setembro e 14 de outubro de 2026, catorze aplicativos gratuitos e de código aberto em Rust, entre eles reproduções declaradas do Photoshop (PhotoCraft), do Premiere (FilmCraft), do Word, do Excel e do PowerPoint. O PhotoCraft tinha 63 mil estrelas no GitHub em 15 de outubro, instaladores para Windows, Mac e Linux e português do Brasil entre os idiomas. Mas o próprio projeto diz que ainda não substitui o Photoshop no trabalho profissional do dia a dia: estima 45% de prontidão, 61% para quem usa só o essencial, e calcula de 1.100 a 1.800 horas de agente de IA até a versão beta. Sobre a lei, não achei nenhuma ação da Adobe até 15 de outubro; a disputa mais provável é de contrato e de identidade visual, não de cópia de código. Para quem troca arquivo PSD com cliente, o Photoshop continua sendo a ferramenta. Para quem faz edição simples e quer testar, vale baixar só do endereço oficial, em um arquivo de cópia.
De onde veio a conversa
O post do Allan lista os aplicativos: PhotoCraft no lugar do Photoshop, FilmCraft no do Premiere, WordCraft no do Word, GridCraft no do Excel, e por aí vai. Ele lembra que tudo está em versão alfa, com erros e recursos faltando, e que o código foi escrito do zero, o que na leitura dele afastaria a acusação de plágio. Dois alertas dele valem para qualquer pessoa que for experimentar: conhecer as regras das plataformas antes de construir software com IA, porque contas podem ser bloqueadas, e desconfiar de aplicativo feito no impulso que lida com dado pessoal sem proteção.
No post anterior eu escrevi sobre as skills de engenharia reversa com IA, e o foco era a ferramenta que ajuda a clonar um aplicativo e o que a lei diz sobre copiar software. Este é o passo seguinte: o que já saiu pronto, ou quase, com número de versão, estágio declarado e fila de problemas abertos.
O que é o ArtCraft e quem está por trás
O ArtCraft começou antes desta onda, como um estúdio de imagem e vídeo com IA. O repositório principal do grupo, o próprio ArtCraft, existe desde março de 2022 e se descreve como um motor de criação para artistas, designers e cineastas. Quem apresentou os aplicativos foi o desenvolvedor Brandon Thomas, com Michael Caffrey como cofundador, segundo a reportagem do Futurism de 14 de outubro de 2026. Os aplicativos que viraram notícia são outra frente do mesmo grupo, chamada de Crafting Apps: ferramentas gratuitas, cada uma escrita do zero em Rust, que rodam em Windows, Mac e Linux e também no navegador, por WebAssembly.
O que o grupo vende é outra coisa. A mesma reportagem diz que ele oferece créditos opcionais de geração de imagem e vídeo com IA, e que os aplicativos são gratuitos no site. O Licenseware, em análise de 8 de outubro, observa que a maioria dos commits dos repositórios lista um modelo Claude da Anthropic, quase sempre o Opus 5.5, como coautor. Traduzindo: o código sai de uma equipe pequena trabalhando com agentes, e o roadmap do PhotoCraft mede o que falta em horas desses agentes, o que eu comento mais abaixo.
A fama, porém, cai rápido fora do Photoshop. O PhotoCraft concentra a atenção, e os outros aplicativos do grupo têm bem menos estrelas, o que ajuda a medir quanto da onda é curiosidade e quanto é uso.

Os 14 aplicativos e o que cada um imita
O quadro abaixo junta o que cada repositório diz imitar, as estrelas em 15 de outubro e o estágio que o próprio projeto declara. Onde não achei o estágio nos arquivos que li, deixei em branco em vez de supor.
| Aplicativo | Imita, segundo o repositório | Estrelas | Estágio declarado |
|---|---|---|---|
| PhotoCraft | Adobe Photoshop | 63.021 | alfa inicial |
| PdfCraft | Adobe Acrobat | 14.352 | não vi |
| FilmCraft | Adobe Premiere Pro | 13.764 | jovem e andando rápido |
| WordCraft | Microsoft Word | 13.094 | cerca de 62% de paridade (Licenseware) |
| LightCraft | Adobe Lightroom | 12.925 | jovem e andando rápido |
| VectorCraft | Adobe Illustrator | 9.154 | em desenvolvimento ativo |
| EffectCraft | Adobe After Effects | 6.790 | jovem e andando rápido |
| GridCraft | Microsoft Excel | 5.132 | pré-alfa (Licenseware) |
| CADCraft | um aplicativo no estilo do AutoCAD | 5.099 | não vi |
| DesignCraft | Adobe InDesign | 4.068 | pré-alfa |
| DeckCraft | Microsoft PowerPoint | 3.421 | desenvolvimento inicial |
| SoundCraft | Avid Pro Tools | 2.926 | pré-alfa (Licenseware) |
| FigCraft | fluxos de design colaborativo, sem produto nomeado | 1.357 | não vi |
| AniCraft | editor 2D de animação, sem produto nomeado | 27 | não vi |
Os estágios de GridCraft e SoundCraft (pré-alfa) e o do WordCraft (cerca de 62% de paridade de recursos, segundo o próprio projeto) vêm do Licenseware, de 8 de outubro, e não do que li nos repositórios. O documento mais completo que consegui ler foi o do PhotoCraft, que é o próximo assunto.
Quanto falta de verdade: os números do próprio projeto
O PhotoCraft tem uma virtude rara em projeto novo: ele publica a própria nota, e a nota é baixa. O ROADMAP do repositório estima que o aplicativo está cerca de 45% pronto para trabalho real, com faixa de 40% a 50%, e cerca de 76% de amplitude de recursos, ou seja, a maioria dos recursos do Photoshop existe de alguma forma, mas muitos ainda são rasos. Para quem usa só o essencial, a estimativa sobe para 61%.

O mesmo documento explica que a conta antiga, de 3 de outubro, dizia que faltava pouco, e que ela estava errada: tinha contado a superfície de recursos, e cerca de 1.230 problemas registrados por usuários desde o primeiro lançamento mostraram que a profundidade era outra. Há outra frase do documento de paridade que vale ler com calma: todos os 628 itens de menu do Photoshop estão ligados a um comando no PhotoCraft, mas isso mede ligação, não comportamento.
No README, o aviso de status é direto, e foi esse trecho que marquei abaixo.

Os pontos que o projeto reconhece como mais frágeis, no README e no ROADMAP de 13 de outubro, são quatro. A troca de arquivos PSD com o Photoshop ainda falha em alguns casos: os PSDs que o PhotoCraft grava nem sempre são aceitos pelo Photoshop, e existem problemas abertos sobre isso. Das 25 metas de desempenho que o projeto se impôs, 22 não foram cumpridas. Faltam os recursos de IA generativa. E os plug-ins do Photoshop não rodam.
Falta ainda saber quanto trabalho resta. O roadmap calcula de 1.100 a 1.800 horas de agente de IA até a versão beta, e de 2.300 a 4.100 horas até a paridade quase total. A unidade é curiosa: não é mês de equipe, é hora de agente, e o documento diz que cerca de 80% do trabalho pode rodar em paralelo. O mesmo roadmap conta 1.004 pull requests aceitos até aquela data, em menos de duas semanas de vida. Não é comum ver um projeto de software orçar o que falta em horas de agente de IA.
Dá para largar o Photoshop hoje? Para quem já serve
Com os números acima, a resposta honesta é por perfil. Se o seu trabalho passa por trocar arquivos PSD com clientes, agências ou colegas que usam o Photoshop, o risco de um arquivo gravado não abrir do outro lado pesa mais que a economia. Se você faz cortes, camadas, texto e ajustes simples, e ninguém precisa abrir o seu arquivo em outro programa, o PhotoCraft já cabe como segundo editor. Quem depende de plug-ins, de recursos de IA generativa do Photoshop ou de fluxos pesados de impressão deve esperar o beta.
Para quem trabalha com drone, como a maioria dos leitores deste blog, a pergunta prática é se dá para editar foto aérea. Os drones da DJI gravam em JPEG e em DNG. A lista de formatos do projeto traz JPEG com leitura e gravação e DNG com leitura, com o RAW de câmera marcado como parcial, e o DNG com compressão com perdas só passou a abrir em 13 de outubro. Eu não testei foto de drone no PhotoCraft, então abra uma cópia antes de apostar. Para a edição que já fazemos hoje, o guia de fotos profissionais com drone e o de cor em vídeo de drone com D-Log continuam valendo em qualquer editor.
Como baixar sem cair em cópia falsa
Projeto que explode em estrelas atrai cópia. Ao pesquisar o nome no GitHub, apareceram pelo menos duas contas pequenas, com quatro estrelas cada, criadas em 5 e 9 de outubro, com repositórios chamados photocraft e a mesma descrição do original, uma delas com a palavra download. Não abri o conteúdo delas e não digo que sejam perigosas, mas também não há motivo para arriscar. O endereço oficial é o do grupo no GitHub, storytold/photocraft, e a página do aplicativo em getartcraft.com, que o README aponta como o jeito mais fácil de instalar.
A página da versão 0.9.0 lista instaladores para Windows, Mac, Linux e FreeBSD, e um arquivo chamado SHA256SUMS.txt com a impressão digital de cada um. No Windows, dá para conferir em uma linha, no PowerShell: Get-FileHash .\photocraft-0.9.0-windows-x64.msi -Algorithm SHA256. Se o resultado for igual ao que está no arquivo de somas, o instalador é o mesmo que o projeto publicou. O README também afirma que os instaladores e executáveis são assinados; eu não verifiquei a assinatura. A lista de idiomas do projeto traz o português do Brasil.
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É clean-room mesmo? O que o projeto diz e o que dá para ler nas entrelinhas
A vitrine do projeto usa a palavra clean-room, que no sentido clássico quer dizer que quem examina o produto original não é quem escreve o código novo. O README define assim: implementado a partir de especificações públicas e do comportamento observado, sem código, sombreadores ou assets proprietários. É uma afirmação do próprio projeto, e vale comparar com o que está nos outros documentos do mesmo repositório.
- AGENTS.md: a regra para contribuidores diz que o Photoshop e outros editores proprietários foram estudados só pelo comportamento e pela aparência, nunca pelo código. Os documentos de interface ainda explicam como combinar com o visual do Photoshop.
- Documento de paridade: o alvo medido foi um Photoshop 2026 versão 27.11.0 instalado, inspecionado sem abrir o programa. O texto lista os tipos de arquivo declarados no pacote, as marcas dos plug-ins de formato, os pacotes de idioma, os atalhos de teclado padrão e textos dentro do executável principal. Diz também que o catálogo de menus do PhotoCraft foi escrito a partir dos menus do Photoshop.
- Imprensa: o Futurism, em 14 de outubro, atribui ao cofundador Michael Caffrey a explicação de que a equipe usou o Claude para fazer engenharia reversa dos aplicativos da Adobe e liberou o resultado como código aberto, e diz que o texto não descreve o processo técnico.
Olhar um aplicativo instalado e ler textos dentro do executável não é copiar código, mas também não é o “só especificação pública” que a vitrine sugere. E nos arquivos que li não achei a descrição de como o projeto separou quem examinou o Photoshop de quem escreveu o código, que é o que define um clean-room no sentido estrito. O Licenseware resume o ponto com precisão: a diferença entre uma reconstrução lícita e uma infratora está sobretudo nas entradas, nas especificações públicas e no comportamento observado, e até 8 de outubro nada publicado mostrava o contrário.
O que a Adobe poderia alegar, e o que não alcança
Não achei nenhuma manifestação da Adobe, nenhuma carta de notificação e nenhum processo até 15 de outubro. O Futurism escreve que cartas desse tipo devem chegar, se ainda não chegaram, mas não registra nenhuma. O desenho do que poderia ser contestado, seguindo a análise do Licenseware, é este.
- Contrato. Os termos de uso da Adobe restringem engenharia reversa. Não está claro o que dá para exigir de uma equipe que nunca aceitou esses termos, e a resposta pode mudar entre os Estados Unidos e a Europa.
- Marca e identidade visual. Nomes e logotipos idênticos seriam o problema, e o projeto usa nomes próprios e um aviso de que não é afiliado à Adobe. O visual e os atalhos parecidos são outra história: o README chama o aplicativo de familiar por design.
- Patentes. Alcançam uma implementação feita do zero, desde que válidas, específicas e invocadas.
- Serviços de nuvem. Recursos de IA generativa, sincronização e colaboração rodam nos servidores do fabricante, sob termos de conta, e um aplicativo de mesa não replica isso.
Pela lei brasileira, o que eu escrevi no post anterior continua valendo: a Lei 9.609/1998, no art. 6º, III, diz que a semelhança entre programas que vem das características funcionais não ofende o titular, e a Lei 9.279/1996, no art. 195, pune a concorrência desleal que cria confusão com o produto alheio. Quem decide em cada caso é o juiz, e isto aqui não é parecer jurídico. Texto das leis: Lei 9.609 e Lei 9.279.
O que isso muda para quem paga assinatura
O que o PhotoCraft ainda não faz é, em boa parte, o que a análise do Licenseware aponta como o novo território defensável das empresas de software: formatos de arquivo que todo mundo usa, serviços de nuvem e de IA, ecossistema de plug-ins, identidade e suporte. A lista de lacunas do projeto, PSD confiável, IA generativa e plug-ins, fica nesses lugares. O código das funções, que era o fosso, foi a parte que a IA alcançou mais depressa.

Isso bate com o que eu vejo na prática. Faço ferramentas gratuitas com o Claude Code, como a Janela de Voo, e o deslocamento é o mesmo: escrever o código deixou de ser a parte difícil. O que sobra de difícil é ler a regra na fonte, testar com dados reais e manter a coisa no ar depois que o entusiasmo passa. Foi o que o PhotoCraft mostrou na própria tabela de prontidão.
Para quem paga a assinatura, a consequência é prática. Uma alternativa testada, mesmo em alfa, melhora a sua posição na hora de renovar, e quem usa pouco e só em tarefas simples já tem onde experimentar. Isso não reduz obrigação nenhuma do que já foi contratado, e abrir mão do Photoshop por um editor com PSD ainda instável, hoje, seria apostar contra a própria tabela do projeto. O movimento a acompanhar não é o número de estrelas, e sim o dia em que o roadmap trocar “alfa” por “beta” e a troca de PSD deixar de falhar. O mesmo vale para a dúvida legal, que só terá resposta quando houver uma primeira manifestação da Adobe.
Perguntas frequentes
O que é o ArtCraft?
É um grupo de desenvolvedores, apresentado por Brandon Thomas, que começou com um estúdio de imagem e vídeo com IA e, em setembro e outubro de 2026, publicou no GitHub catorze aplicativos gratuitos, de código aberto e em Rust, chamados Crafting Apps. Entre eles estão reproduções declaradas do Photoshop, do Premiere, do Word e do Excel. O dinheiro vem da venda de créditos de IA, e não dos aplicativos.
O PhotoCraft é grátis?
Sim. O código é aberto, com licença dupla MIT ou Apache 2.0 à escolha de quem usa, e os instaladores são gratuitos. O nome e o logotipo do ArtCraft são marca do grupo e não entram nessa licença.
O PhotoCraft substitui o Photoshop?
Ainda não. O próprio projeto diz que não substitui o Photoshop no trabalho profissional diário e estima cerca de 45% de prontidão, 61% para quem usa só o essencial. Faltam recursos de IA generativa, ferramentas, plug-ins e confiabilidade na troca de PSD. Serve para testar e para edição simples.
O PhotoCraft abre arquivos PSD?
Abre e salva. O README diz que, ao regravar, preserva a imagem de 307 dos 309 arquivos de teste de uma biblioteca de PSDs. O problema está do outro lado: o PSD que ele grava nem sempre abre no Photoshop, e o roadmap lista isso como uma lacuna aberta.
O PhotoCraft tem versão em português?
A lista de idiomas do projeto inclui português do Brasil, e o aplicativo escolhe o idioma pelo sistema. Eu não abri o aplicativo para ver a tradução menu a menu.
É seguro baixar o PhotoCraft?
Baixe só do repositório oficial, storytold/photocraft, ou do site getartcraft.com, e confira o SHA256 do arquivo com o SHA256SUMS.txt da mesma página. Existem outras contas no GitHub com repositórios de mesmo nome e poucas estrelas, criadas depois do original; não verifiquei o conteúdo delas e não recomendo usá-las.
O PhotoCraft funciona sem internet?
O README descreve o aplicativo como offline e de código aberto, e ele roda nativo em Windows, Mac, Linux e FreeBSD, além da versão no navegador por WebAssembly.
É legal usar um clone do Photoshop feito com IA?
Quem usa o aplicativo não está copiando nada; qualquer disputa seria entre a Adobe e os autores. A discussão é sobre contrato, identidade visual e eventual patente, e não sobre código copiado. Se for usar em empresa, vale uma pergunta ao seu advogado, e eu não dou parecer jurídico.
A Adobe processou o ArtCraft?
Até 15 de outubro de 2026 não achei manifestação da Adobe, carta de notificação ou processo. O Futurism escreve que cartas devem chegar, mas não registra nenhuma. Se houver novidade, o texto será atualizado.
Dá para editar foto de drone no PhotoCraft?
A lista de formatos do projeto traz JPEG, com leitura e gravação, e DNG, com leitura, que são os formatos das fotos de drone da DJI. O RAW de câmera está marcado como parcial, e o DNG com compressão com perdas só passou a abrir em 13 de outubro. Eu não testei arquivo de drone, então experimente numa cópia.
Quem é Brandon Thomas e quanto custa o ArtCraft?
Brandon Thomas é o desenvolvedor que apresentou os aplicativos, e Michael Caffrey é cofundador, segundo o Futurism. Os aplicativos de mesa são gratuitos. O estúdio de IA do grupo vende créditos opcionais de geração de imagem e vídeo.
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Fontes consultadas
- Allan Pscheidt, post no LinkedIn: origem da conversa, lista dos aplicativos e alertas sobre plataformas e dados pessoais.
- storytold/photocraft, repositório no GitHub: README com recursos, downloads, aviso de status, cláusula clean-room, licença e marcas.
- API do GitHub, repositório PhotoCraft: criado em 30/09/2026, 63.021 estrelas, 10.923 forks, licença Apache-2.0, em 15/10/2026.
- storytold, organização no GitHub: catorze aplicativos Craft e o repositório do estúdio de IA.
- API do GitHub, repositórios da organização: estrelas, datas de criação e descrições, em 15/10/2026.
- ROADMAP.md do PhotoCraft: estágio alfa, 45% de prontidão, 61% para o essencial, horas até o beta, lacunas.
- Documento de paridade com o Photoshop: alvo medido (Photoshop 2026 27.11.0), método, pesos, estimativa de 3/10 revista em 10/10.
- Paridade de formatos de arquivo: JPEG, DNG, PSD e RAW de câmera.
- Idiomas do PhotoCraft: lista que inclui português do Brasil.
- AGENTS.md do PhotoCraft: regras para contribuidores, inclusive clean-room.
- PhotoCraft v0.9.0, release de 14/10/2026: instaladores, SHA256SUMS.txt, contagem de downloads.
- getartcraft.com, página do PhotoCraft: download recomendado pelo README.
- Futurism, 14/10/2026: clones do Office, fala do cofundador, créditos de IA, ausência de resposta de Adobe e Microsoft.
- Licenseware, 08/10/2026: análise de contrato, marca, patente, nuvem e o que sobra de defensável.
- Lei 9.609/1998 (Câmara dos Deputados): art. 6º, III.
- Lei 9.279/1996 (Câmara dos Deputados): art. 195.






