
Atualizado em 30/09/2026
Se o seu drone está cadastrado na ANAC, ele precisa andar com o número do cadastro colado nele. É uma etiqueta simples, com o código que começa em PR- ou PP-, e é o item que mais gente esquece, justamente por ser o mais barato de resolver.
Esta página existe para resolver isso em um minuto. Logo abaixo você descobre, em duas perguntas, se o seu caso exige a etiqueta. Se exigir, o Gerador de Selo ANAC monta a sua na hora, de graça e sem cadastro, no tamanho certo do seu modelo e pronta para imprimir. Depois vêm onde colar, como imprimir para durar, e, no fim, a norma inteira para quem quiser conferir cada exigência na fonte.
→ Gerar minha etiqueta ANAC SISANT agora (grátis)

Atalhos
Vá direto ao que você precisa
A resposta rápida, antes do detalhe
Se você chegou aqui só para saber se precisa colar a etiqueta, são duas perguntas e acabou. O resto do guia é para quando quiser o detalhe, a fonte na norma e o passo a passo de impressão.
Em uma frase
A etiqueta anda junto com o cadastro, não com o drone
Drone acima de 250 g: cadastro no SISANT e número colado na aeronave. Não importa se é lazer ou trabalho.
Drone até 250 g, voando até 120 m e na sua linha de visada: a ANAC não exige cadastro nem etiqueta. Mas o voo continua precisando de autorização do DECEA, e o sistema de autorização busca a sua aeronave no cadastro da ANAC. Por isso, mesmo dispensado, vale cadastrar.
Se cadastrou, cole a etiqueta. Voluntário ou obrigatório, cadastro sem identificação é o que gera autuação.
Tutorial em vídeo: gerador de selo ANAC, a etiqueta SISANT do drone do começo ao fim
Em três minutos o vídeo mostra o gerador de selo ANAC gerando a etiqueta ANAC do drone: quem precisa, PR ou PP, o número do cadastro, os dados de contato, o tamanho por modelo, o QR Code da Consulta Pública e onde colar, com os trechos do RBAC nº 100 e da ICA 100-40 na tela.
Como gerar a etiqueta SISANT em 30 segundos
Até pouco tempo atrás, gerar uma etiqueta SISANT decente exigia abrir o Word ou Canva, ajustar tamanho manualmente, baixar gerador de QR Code separado, desenhar o layout — meia hora de trabalho pra um adesivo de 5 cm. Eu mesmo fazia assim.
Por isso construí o Gerador de Selo ANAC para Drones: ferramenta web 100% gratuita, sem cadastro, que faz tudo em 30 segundos, com visualização ao vivo de como vai ficar no drone real.

Como funciona:
- Escolhe a categoria PP ou PR
- Digita o número do cadastro SISANT (6 a 9 dígitos)
- Preenche nome, telefone e e-mail
- Escolhe o tamanho compatível com seu drone (Mini, Pequeno, Padrão ou Grande)
- Baixa em PNG (transparente), PDF (com sangria pra impressão) ou folha A4 com várias cópias e linhas de corte
Diferenciais que outras ferramentas não têm:
- QR Code funcional que abre a Consulta Pública oficial da ANAC já com seu cadastro pré-preenchido (não é decorativo)
- Mockup ao vivo mostrando como a etiqueta vai parecer colada num DJI Mavic real — você confere a escala antes de imprimir e desperdiçar papel
- Folha A4 pronta com várias etiquetas idênticas + linhas de corte — perfeito pra quem tem mais de um drone ou quer reservas
- Sem login, sem cadastro, sem rastreamento — tudo roda no seu navegador, dados não saem do seu dispositivo

Pronto pra regularizar seu drone?→ Abrir o Gerador SISANT (grátis, sem login)
A obrigação de ter o selo afixado no drone, explicada pela polícia
O canal de tecnologia da Polícia Militar do Rio de Janeiro mostra por que o drone precisa estar cadastrado na ANAC e com o código de identificação afixado na aeronave. É o item que a fiscalização olha primeiro.
Gere seu selo rápido, bonito e sem cadastroCom a ferramenta que desenvolvi para vocês: gratuita, sem login, com QR Code que abre a consulta pública da ANAC.
O que precisa estar no selo SISANT
A ANAC não publicou um template oficial de etiqueta, e o requisito é objetivo: a seção 100.301(k) do RBAC nº 100 diz que a UA cadastrada “deve ser identificada com o seu número de cadastro”, mantido em condição legível para inspeção visual próxima, no lado externo da fuselagem ou em compartimento interno que se acesse sem ferramenta. Só isso é exigido. Abaixo, o item obrigatório vem primeiro e está marcado como tal. Os outros são boa prática, e existem porque ajudam quem encontra o drone e quem fiscaliza:
- Número de cadastro — este é o único item exigido pela norma: PP-XXXXXXXXX ou PR-XXXXXXXXX, legível na fuselagem
- Telefone de contato com DDD — é o item que devolve o drone perdido
- E-mail — alternativa para quem encontra e prefere não ligar
- QR Code apontando para a Consulta Pública da ANAC, com o cadastro pré-preenchido
- Nome do operador, como cadastrado no SISANT
- Logo da ANAC e o texto “IDENTIFICAÇÃO SISANT” — sinaliza o que é aquilo e facilita a conferência
Por que o QR Code faz diferença
O QR Code não é estritamente exigido pelo RBAC nº 100, mas a ICA 100-40 (instrução do DECEA sobre operações com drones) e a prática internacional caminham nessa direção. Vantagens concretas:
- Quem encontra o drone caído só escaneia o QR e cai direto na certidão pública da ANAC — sem digitar número manualmente
- Fiscal da ANAC verifica seu cadastro em 2 segundos, sem app específico
- Profissionalismo — passa imediatamente a impressão de operador regularizado
O Gerador de Selo SISANT embute esse QR automaticamente, apontando pra sistemas.anac.gov.br/sisant/Consulta com o seu número pré-preenchido — quem escaneia toca em “Consultar Certidão” e a certidão aparece.
A recomendação da casa: coloque contato, mesmo sem obrigação
Já ficou claro que a norma pede só o número de cadastro. Ainda assim, a recomendação aqui é outra, e é firme: coloque telefone na etiqueta. O motivo não é regulatório, é prático. Drone perdido raramente é drone roubado. Na maior parte das vezes ele caiu em mato alto, em telhado, no terreno do vizinho, e alguém encontra depois. Se essa pessoa achar um telefone colado no equipamento, ela liga. Se achar só um código, ela precisa descobrir sozinha que existe uma consulta pública da ANAC, entrar no site e pesquisar. A maioria não vai fazer isso.
Essa não é uma teoria: é o que leitores relatam por aqui. Chegam mensagens de gente que perdeu o drone e recebeu de volta porque quem encontrou ligou para o número da etiqueta. É o tipo de relato que não vira estatística, mas repete com frequência suficiente para virar recomendação.
Não é exigência, é recomendação forte
O que vale colocar além do número
Telefone com DDD. É o item que devolve o drone. Se preferir, use um número secundário ou o WhatsApp comercial, em vez do pessoal.
E-mail. Útil quando quem encontra prefere não ligar, e quando a queda foi longe da sua cidade.
QR Code da consulta pública. Resolve a conferência do fiscal em segundos e mostra que a operação é organizada.
Nome do operador. Menos por recuperação e mais por credibilidade: em obra, evento e área privada, etiqueta identificada passa profissionalismo e reduz atrito com quem está no local.
Só não confunda: nada disso substitui o número de cadastro, que é a única parte obrigatória.
Tamanho ideal da etiqueta SISANT por modelo de drone

A ANAC não definiu tamanho mínimo legal — o requisito é “visível”. Na prática, o tamanho deve caber no chassi sem cobrir LEDs, sensores ou hélices, e ainda permitir leitura do número a olho nu a 2-3 metros de distância. A regra que funciona:
| Drone (exemplos) | Peso típico | Tamanho recomendado |
|---|---|---|
| DJI Neo, Avata e drones leves sujeitos a etiqueta | < 250 g | 25×15 mm (Mini) |
| DJI Mini 3, Mini 4, Autel Lite | 249–300 g | 35×20 mm (Pequeno) |
| DJI Air 2S, Air 3, Mavic Mini Pro | 500–700 g | 50×30 mm (Padrão) |
| DJI Mavic 3, Mavic 4 Pro, Autel Evo II | 800–1.000 g | 50×30 mm (Padrão) |
| DJI Inspire 3, drones agrícolas T40/T50 | > 1 kg | 70×40 mm (Grande) |
Regra rápida: a etiqueta deve ocupar entre 1,5% e 2,5% da silhueta lateral do drone. Menor que isso, fiscal precisa chegar muito perto. Maior, polui a estética e pode obstruir sensores.
Veja análises por classe específica em Tamanho da Etiqueta SISANT e por modelo exato (Neo, Mini 3, Mini 4, Air 3, Mavic 3, Mavic 4 Pro, Inspire 3, Autel, agrícolas) em Etiqueta SISANT por modelo de drone.

Onde colar a etiqueta no drone
A ANAC exige que a identificação seja “visível em condições normais de inspeção”. Isso na prática significa visível em terra, sem precisar desmontar o drone. Regras gerais:

- ✅ Na lateral da fuselagem — superfície plana, longe de hélices. Recomendado pra quase todo modelo.
- ✅ Topo da bateria ou topo do corpo — visível na inspeção em mesa, comum em DJI Mini 3 e Mini 4.
- ✅ Embaixo do drone (se a parte de cima é pequena demais) — DJI Avata frequentemente é assim.
- ❌ Próximo das hélices — vibração descola e pedaço pode ir parar no rotor.
- ❌ Em cima de LEDs ou sensores — interfere em VPS e no Remote ID futuro.
- ❌ Na superfície curva acentuada — adesivo plano não adere bem, descola em 2 semanas.
- ❌ No controle remoto — não vale. A obrigação é identificar a aeronave, não o controle.
Limpe a superfície com álcool isopropílico antes de colar e pressione firme por 30 segundos. Se vai expor o drone ao sol direto frequente, considere passar uma fina camada de selante UV transparente por cima.
Como imprimir e fixar a etiqueta com qualidade

Você baixou o PDF/PNG. Agora a parte que muito piloto pula: imprimir num material que resista ao sol, vento e atrito de meses voando. Três opções, em ordem de durabilidade:
1. Impressão caseira (papel adesivo A4)
Custo: ~R$ 0,30 por etiqueta. Material: papel adesivo branco fosco, A4, qualquer papelaria. Use jato de tinta (laser amassa o papel). Durabilidade: 3-6 meses com exposição moderada ao sol. Cobre com fita transparente larga (ex: Scotch crystal) pra ganhar mais 6 meses.
2. Gráfica online (vinil branco fosco)
Custo: ~R$ 1-3 por etiqueta (lote de 10+). Material: vinil branco fosco com kiss-cut. Durabilidade: 2+ anos ao tempo. Recomendado pra quem voa em ambientes hostis (praia, agronegócio, alta altitude). Sites como Printi, Gráfica Sigma, GráficaWeb aceitam o PDF gerado.
3. Plotter de recorte
Pra quem produz em escala (escola de drone, empresa com frota): plotter recorta vinil em formato exato, sem moldura. Custo de R$ 0,50/etiqueta no longo prazo, mas equipamento pesado.
Detalhamento de fornecedores, comparativos e dicas de durabilidade em Como imprimir a etiqueta SISANT do drone.
Daqui para baixo é o detalhe
A parte da norma, para quem quer conferir na fonte
Se você já gerou a sua etiqueta e sabe onde colar, o essencial está resolvido. O que vem agora é o embasamento: o que é o cadastro, quem exatamente é obrigado, a diferença entre PP e PR e o que acontece na fiscalização. É a parte que sustenta tudo que foi dito acima, com o texto oficial em imagem.
Será que você passaria na prova da ANAC?
O RBAC 100 tornou o exame teórico da ANAC obrigatório para pilotos de drone acima de 250 g — é grátis, online e tem prazo de transição até o fim de 2026. Chegue preparado.
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O que é o selo SISANT (e por que ele existe)
SISANT é a sigla de Sistema de Aeronaves Não Tripuladas, o cadastro online da ANAC para drones civis no Brasil. Quando você cadastra seu drone no SISANT, recebe um número único — começando com PR- (uso recreativo) ou PP- (uso não recreativo/profissional) — e esse número precisa estar fisicamente colado no equipamento, em forma de etiqueta que se mantenha legível para uma inspeção visual próxima, no lado externo da fuselagem ou em compartimento interno acessível sem ferramenta.
A obrigatoriedade vem do RBAC nº 100 (Resolução ANAC nº 805/2026, em vigor desde 16 de junho de 2026), o regulamento brasileiro que substituiu o RBAC-E nº 94, de 2017. A seção 100.301(k) diz que toda aeronave cadastrada deve ser identificada com o seu número de cadastro, mantido legível para uma inspeção visual próxima, no lado externo da fuselagem ou em compartimento interno que se acesse sem ferramenta.
E aqui está a resposta para a dúvida que essa frase costuma gerar: a etiqueta anda junto com o cadastro, não com o drone. Se a sua aeronave está cadastrada no SISANT, ela precisa exibir o número, sem exceção. Se ela não é obrigada a ter cadastro, que é o caso do drone de até 250 gramas voando até 120 metros na linha de visada, então também não é obrigada a exibir nada. Não existe um terceiro caso: cadastrou, identifica; não cadastrou porque a norma dispensa, não precisa identificar. E se você cadastrou por vontade própria, para conseguir a autorização de voo no SARPAS, trate como cadastrada e cole a etiqueta: custa uma impressão e tira qualquer discussão na abordagem.
Vale registrar um detalhe que muita gente inverte: o limite de 25 kg não é o alcance do regulamento, é o teto da categoria aberta, definida na seção 100.5. Acima disso a operação não sai do RBAC nº 100, ela migra para a categoria específica ou certificada, com exigências maiores.
É importante separar duas coisas:
- Cadastro SISANT — é online, gratuito, feito no portal da ANAC. Você recebe o número PP- ou PR-.
- Etiqueta SISANT — é o adesivo físico que precisa estar colado no drone, contendo esse número. Esta é a parte que muito piloto ignora — e leva multa.
O cadastro sem a etiqueta vale o mesmo que estar com CNH em casa enquanto dirige: você até está cadastrado, mas em fiscalização configura infração.
Quem precisa ter etiqueta SISANT no drone
Depende de duas variáveis, e o tipo de uso não é uma delas: o que manda é o peso em voo e o envelope, ou seja, até que altura e se dentro ou fora da linha de visada. O tipo de uso só aparece no prefixo do cadastro, PR ou PP. A tabela abaixo resolve os casos do dia a dia:
| Peso e como você voa | Uso | Cadastro no SISANT (ANAC) | Número na aeronave (ANAC) | Autorização de voo (DECEA) |
|---|---|---|---|---|
| Até 250 g, até 120 m, na linha de visada | Lazer | Não exigido | Não exigido | Exigida, salvo voo recreativo em espaço destinado à recreação |
| Até 250 g, até 120 m, na linha de visada | Profissional | Não exigido | Não exigido | Exigida |
| Até 250 g acima de 120 m ou fora da visada | Qualquer | Exigido | Exigido | Exigida |
| De 250 g a 25 kg | Lazer | Exigido, prefixo PR | Exigido | Exigida |
| De 250 g a 25 kg | Profissional | Exigido, prefixo PP | Exigido | Exigida |
| Acima de 25 kg | Qualquer | Exigido, e a operação sai da categoria aberta | Exigido | Exigida |
A resposta curta para a dúvida mais comum: um drone de até 250 g usado para trabalho não precisa de cadastro na ANAC. A seção 100.1(e) do RBAC nº 100 diz que o regulamento não se aplica a aeronave com peso em voo de até 250 gramas operando até 120 metros de altura, em linha de visada. O texto fala de peso e de envelope de voo, e não menciona finalidade em nenhum momento. Recreativo ou comercial, a regra é a mesma.
Só que existe um segundo órgão, e é aí que a conversa muda. O acesso ao espaço aéreo é do DECEA, não da ANAC. A ICA 100-40 manda solicitar autorização pelo SARPAS para operar, com uma única dispensa, que é o voo recreativo dentro de espaço aéreo condicionado destinado à recreação. E o texto é explícito ao dizer que o procedimento vale inclusive para aeronave de até 250 g.

E aqui está o detalhe que fecha a questão. A aeronave civil não é cadastrada dentro do SARPAS: ela chega lá por sincronização com o SISANT, como diz o art. 53 da mesma ICA. Ou seja, para pedir a autorização de voo você precisa que o drone exista no cadastro da ANAC, mesmo quando a ANAC não exige esse cadastro de você.

A conclusão, sem meio termo
O que fazer se o seu drone tem menos de 250 g
A ANAC não exige cadastro nem etiqueta, para lazer ou para trabalho, enquanto o voo ficar até 120 metros e na linha de visada.
O DECEA exige a autorização de voo, e na prática ela passa pelo SISANT, porque é de lá que o SARPAS puxa a sua aeronave.
Por isso a recomendação é cadastrar mesmo assim. O cadastro é gratuito, vale 24 meses e destrava o pedido de voo. Quem não cadastra fica preso ao único caso dispensado, o voo recreativo em espaço destinado à recreação.
E atenção ao envelope. Passou de 120 metros ou saiu da linha de visada, o RBAC nº 100 volta a valer mesmo com drone leve, e aí cadastro e identificação deixam de ser opcionais.
Quer aprofundar? Veja o guia detalhado Preciso de etiqueta SISANT no meu drone?, com casos específicos como DJI Neo, Avata, drones FPV racing e modelos sub-250 g de uso comercial.
PP ou PR: qual a sua categoria
O número que vai no selo começa com duas letras que indicam a finalidade da operação:
| Categoria | Quem usa | Exemplos típicos |
|---|---|---|
| PR- | Uso recreativo (aeromodelo) | Voo de fim de semana, fotos de viagem, vídeo do quintal sem monetização |
| PP- | Uso não recreativo (profissional / comercial) | Filmagem paga, agronegócio, inspeção, vídeo no YouTube monetizado, fotografia imobiliária, casamento |
Regra prática: se você ganha (ou pretende ganhar) qualquer centavo com o que o drone produz, é PP. Não importa se é hobby virado side hustle. A ANAC olha a finalidade da operação, não o seu CNPJ.
Mais detalhes (incluindo migração de PR para PP, casos híbridos e o que fazer se errou no cadastro): PP × PR: a diferença que muita gente erra.
Seu drone passaria numa fiscalização?
Um fiscal conduz a entrevista pelo chat, uma pergunta por vez: peso, cadastro, etiqueta, SARPAS, ANATEL e seguro.
No fim você recebe o laudo com exatamente o que falta para regularizar.
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Multa por voar drone sem etiqueta SISANT
O RBAC nº 100, combinado com a Resolução ANAC nº 762/2024 (Tabela de Sanções, em vigor desde 1º/01/2026), prevê multas pra infrações relacionadas à identificação visível. E o pior: as infrações são cumulativas.
Em uma fiscalização típica, você pode levar simultaneamente:
- Multa por operar drone sem cadastro SISANT (se não tiver feito)
- Multa por operar sem identificação visível (se cadastrou mas não colou etiqueta)
- Multa por operação fora de regras de espaço aéreo (se for o caso, ICA 100-40)
- Multa por operação sem habilitação de piloto (CMA, se aplicável)
Na prática, a fiscalização costuma ser acionada por denúncia ou inspeção em locais de turismo e eventos — quando o drone é abordado sem identificação visível, a autuação pode somar a falta de etiqueta às demais infrações constatadas no mesmo voo.
Valores atualizados, casos reais e procedimento de defesa: Multa por voar drone sem identificação SISANT.
Com o selo impresso e a aeronave cadastrada, falta o item que a maioria deixa por último: o exame teórico obrigatório da ANAC, gratuito e feito online, exigido na fiscalização a partir de 1º de janeiro de 2027.
Perguntas frequentes (FAQ)
Drone abaixo de 250 g precisa de etiqueta SISANT?
Pela ANAC, não, nem para uso profissional. O RBAC nº 100 não se aplica a aeronave de até 250 g voando até 120 metros em linha de visada, e o texto não fala de finalidade. O que existe é a exigência do DECEA: a autorização de voo pelo SARPAS vale inclusive para até 250 g, e a aeronave só aparece no SARPAS se estiver no SISANT. Na prática, quem voa a trabalho cadastra para conseguir a autorização. Se o voo passar de 120 metros ou sair da linha de visada, aí o cadastro e a identificação passam a ser exigidos também pela ANAC.
Qual a diferença entre PP e PR no SISANT?
PR- é a categoria de uso recreativo (aeromodelo). PP- é a categoria de uso não recreativo (profissional/comercial). A diferença prática: se você ganha qualquer dinheiro com o conteúdo gerado pelo drone (filmagem paga, monetização YouTube, agronegócio), você é PP-, mesmo que voe ocasionalmente.
Onde colar a etiqueta no DJI Mini 3 ou Mini 4?
O ideal é na parte superior do corpo, atrás dos LEDs frontais, ou na parte inferior da bateria. Use o tamanho 35×20 mm (Pequeno). Evite a lateral próxima às hélices dobráveis e nunca cubra os sensores VPS embaixo do drone.
É obrigatório ter QR Code na etiqueta SISANT?
Não é estritamente obrigatório pelo RBAC nº 100, mas é fortemente recomendado: facilita a verificação por fiscais da ANAC e ajuda quem encontra um drone caído a entrar em contato. O Gerador de Selo ANAC inclui o QR Code automaticamente, apontando pra Consulta Pública oficial.
Quanto custa a multa por voar drone sem identificação?
A falta de cadastro é infração de menor potencial, com valor-base em torno de R$ 1.200 conforme a Resolução ANAC nº 762/2024 (regra residual). Como cadastro e identificação visível são obrigações distintas, é possível levar duas multas no mesmo flagrante: uma por cadastro irregular e outra por etiqueta ausente.
Posso imprimir o selo SISANT em casa?
Sim — papel adesivo A4 + jato de tinta funcionam bem para o curto prazo (3-6 meses). Para durabilidade superior a 1 ano, prefira impressão em vinil fosco em gráfica online (Printi, Gráfica Sigma).
O cadastro SISANT vence?
Sim. O cadastro tem validade de 24 meses e, se não for revalidado em até 6 meses após o vencimento, é inativado e não pode mais ser revalidado (RBAC nº 100, 100.301(c)). A revalidação é gratuita, no portal da ANAC. Se a etiqueta atual contém o número antigo (que segue válido após a revalidação), não precisa trocar a etiqueta — o número não muda.
Posso colar a etiqueta no controle remoto em vez do drone?
Não. A obrigação legal é identificar a aeronave. O controle pode estar no chão enquanto o drone voa, então etiquetar só o controle não cumpre o requisito de identificação visível em fiscalização.
Em resumo
A etiqueta SISANT é uma exigência simples: 5 minutos pra entender, 30 segundos pra gerar, 2 minutos pra imprimir e colar. Mas é a exigência que mais piloto ignora — e é onde a maior parte das multas acontece. Se você opera qualquer drone acima de 250 g (recreativo ou comercial), seu próximo passo é abrir o gerador, colocar seus dados e baixar a etiqueta.
Gere sua etiqueta SISANT agora100% grátis, sem login, com QR Code que abre a Consulta da ANAC.Abrir Gerador de Selo ANAC →
Sobre o autor: Irlen Menezes é piloto de drone e desenvolvedor há 17+ anos. Autor de guias sobre RBAC nº 100, ICA 100-40 e operação de drones no Brasil. Criador do Gerador de Selo ANAC para Drones
Além do selo, você pode reunir NF, SISANT, SARPAS, Seguro RETA e homologação ANATEL num só lugar e gerar um QR Code da documentação do drone — grátis, direto no navegador.
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